E continua, contando as peripécias da repórter em algumas situações em que ela se viu obrigada a se vestir ou interagir com pessoas fantasiadas no ambiente social. Ela afirma que "Como relações públicas para uma gravadora, eu tive que usar uma roupa de jacaré para uma festa de lançamento. A fantasia tinha uma cabeça removível e era impossível falar com ela se não tirasse a cabeça. Sem ela, eu podia falar normalmente. Mas colocando a cabeça eu podia evitar os chatos da festa e simplesmente ser um jacaré. Eu adorei a liberdade de escolha que isso me deu, tanto que fiquei pensando o que seria de mim na próxima festa, sem fantasia".
O texto chega a mencionar o cosplay em um determinado momento, quando o psicólogo Collin Gill diz que contanto que todos participem, se fantasiar pode ser um grande fator nivelador. "A palavra 'personalidade' vem do latim persona que significa máscara. Nós frequentemente julgamos as pessoas pelo modo como elas se vestem. Quando elas estão fantasiadas, você não tem idéia de sua posição ou cargo". A matéria então especula que isso pode ser parte do que levou os japoneses a aderir à moda do cosplay.
Leia o texto completo (em inglês) de "Do my ears look big like this" no site da Times Online.
Fonte: Times Online UK.







